E quando você menos espera, um abraço te surpreende com poder de cura.
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domingo, 19 de abril de 2015
Saiba o que são disfunções da articulação temporomandibular (DTM’s)
As disfunções da articulação temporomandibular (DTM’s) são alterações resultantes do funcionamento anormal de qualquer estrutura relacionada à Articulação Temporomandibular (Dentes, ATM, musculatura mastigatória,
nervos faciais, coluna cervical, musculatura da deglutição e fonação...).
Devido ao caráter multifatorial em relação as suas origens, o diagnóstico das disfunções da ATM torna-se dificultoso e, em geral, o paciente percorre longo caminho antes de ser bem diagnosticado e encaminhado para equipe especializada.
Alterações ortodônticas misturam-se a alterações musculo-esqueléticas, psicológicas, ergonômicas e
a muitas outras.
Abaixo listamos algumas das alterações que podem estar envolvidas:
· Dor na ATM;
· Fadiga da musculatura mastigatória;
· Cefaléias;
· Cervicalgias;
· Estalidos;
· Zumbidos ou plenitude no ouvido;
· Limitação de abertura bucal;
· Desgaste nos dentes e dificuldades na
mastigação;
· Bruxismo;
· Má-postura;
· Má-oclusão.
É necessário que o paciente seja avaliado por um dentista especialista em oclusão e dor orofacial e, em seguida, ser encaminhado para tratamento com os demais profissionais envolvidos num tratamento destes.
A fisioterapia atua fortemente nas disfunções da ATM, principalmente nas alterações músculo-esqueléticas envolvidas. Dentre as principais técnicas fisioterapêuticas utilizadas em pacientes com DTM’s temos:
· Osteopatia;
· Acupuntura;
· Eletroterapia;
· Técnicas miofasciais;
· Cadeias musculares;
· Posturologia;
· Crioterapia;
· RPG;
O fisioterapeuta é parceiro essencial do dentista no tratamento das DTM’s, assim como, os outros profissionais envolvidos:
· Dentistas( ortodontistas, buço-maxilo...)
· Médicos(Neurologista,
otorrinolaringologista, ortopedista...)
· Fonoaudiólogo;
· Psicólogos.
Para maiores informações, consulte-nos e tire suas dúvidas.
Texto:
Dr. Sérgio Kimura
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Prática esportiva livre de lesões funcionais
De que modo a Osteopatia auxilia na prática esportiva e o que são lesões funcionais?
É comum encontrarmos nos desportistas amadores determinadas deficiências de alongamento muscular, dificuldades em realizar determinados movimentos ou, até mesmo, dores durante e após a prática esportiva.
Em geral, tais déficits são atribuídos ao fato de a pessoa estar saindo ainda da condição de sedentário ou por ter má postura. O que não é muito conhecido, pela maioria das pessoas, são as alterações funcionais que os tecidos do corpo fazem ao longo da vida, adaptando-se às agreções que sofrem no dia-a-dia.Uma alteração funcional é quando o organismo se acostuma a fazer determinada função de modo adaptado, fora de seu funcionamento corriqueiro, como, por exemplo, no caso de uma pessoa que trabalha com o monitor de seu computador a sua esquerda o tempo todo e, após meses assim, se dá conta de que está com dores e não consegue olhar para o lado direito com a mesma facilidade que para o lado oposto. Sendo assim, as articulações do pescoço estão com alterações funcionais que não permitem que o movimento se dê de modo correto, tendo ocorrido uma adaptação funcional da cervical.
Tais adaptações podem ser encontradas principalmente em músculos, articulações, cápsulas articulares, ligamentos, fazendo com que o corpo se adapte e tenha sua mecânica local ou global alterada.
É aí que entram as técnicas manuais, principalmente a Osteopatia, para auxílio do desportista, seja ele amador ou profissional. Os atletas profissionais já utilizam largamente de tais técnicas, mas é preciso desmistificar e ampliar o conhecimento da população em geral a respeito da eficiência de tais metodologias. Se o atleta de ponta utiliza tais métodos, por que não a população em geral?
Um dos recursos terapêuticos manuais mais eficientes é a Osteopatia. Ela é um sistema de avaliação e tratamento, com metodologia e filosofia própria, que visa restabelecer a função das estruturas e sistemas corporais, agindo através da intervenção manual sobre os tecidos (articulações, músculos, fáscias, ligamentos, cápsulas, vísceras, tecido nervoso, vascular e linfático).
A Osteopatia deve ser desmistificada, pois está baseada na anatomia, na fisiologia e semiologia, não deve ser considerada esotérica e sim cartesiana, não há receitas, mas sim um tratamento que se baseia em ciência.
A validade da Osteopatia é tão concreta que é recomendada e incentivada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) como prática de saúde.
Dentro da filosofia osteopática a importância dada aos processos naturais do corpo é enorme e, por esse motivo, grande parte dos conceitos osteopáticos e mesmo seus procedimentos de tratamento são pautados nos mecanismos reguladores do sistema nervoso central e autônomo.
Em lesões funcionais, as técnicas são utilizadas com o intuito de recobrar e potencializar a biomecânica, regenerar tecidos danificados, harmonizar a coordenação dos movimentos, facilitar as contrações musculares, reorganizar alterações proprioceptivas que alterem a postura.
Um exemplo de como tudo isso que falei pode acontecer: Digamos que a pessoa vá para sua aula de Pilates ou para sua academia e, durante a aula, perceba que não consegue realizar o alongamento de ísquio-tibiais (musculatura posterior de coxa) do lado direito como do esquerdo. O que é comum se fazer? Ela inocentemente vai lá e dá aquela “forçadinha” para alongar mais e no fim da aula sente que está com dores na coluna lombar.
Pois é, na verdade, Provavelmente não houve execução inadequada de exercícios e nem má instrução do profissional que assiste tal aluno. Havia, sim, uma lesão funcional das articulações sacro-ilíacas, isto é, estava com a bacia bloqueada. Este tipo de bloqueio leva a uma tensão desigual entre um lado e outro da musculatura posterior de coxa, e quando forçada, pode fixar a bacia em torção.
Até mesmo, é muito comum que já se tenha a fixação antes da aula, com dores crônicas e eventualmente, crises agudas aconteçam.
Por isso mesmo é que muitos profissionais têm me encaminhado os seus alunos para avaliação e tratamento, muitas das vezes preventivos, melhorando assim a condição física do aluno, prevenindo lesões e potencializando o trabalho feito na academia, quadra, campo, centro de treinamento, ou estúdio de Pilates. Esta parceria tem dado excelentes resultados.
Dr. Sérgio Kimura
domingo, 23 de outubro de 2011
Técnica correta para corrida
Muitos corredores têm me procurado com lesões típicas de treinos excessivos ou mal executados.
Boa parte destes corredores treinam por conta e sem nenhum profissional tendo lhes assistido algum dia.
É importante que se procure aprender primeiro o modo correto de se praticar corrida para depois poder "andar com sua próprias pernas".
Muitos bradam altivos, com seus super pulmões amadores: "Independência ou morte!". Geralmente, acaba morrendo o sonho de poder correr sem dores, sem lesões mais sérias.
Uma dica é procurar profissionais da área para aprender técnicas corretas de treino, modos de se prevenir lesões e como escolher o correto material esportivo( tênis, principalmente, roupas, palmilhas corretivas e assim por diante).
O vídeo abaixo procura dar um exemplo de como as pessoas correm errado e de como deveriam correr corretamente (de modo como fazem a passada, isto é, como pisam durante a corrida).
O vídeo está em inglês mas é auto-explicativo.
Abraço,
Dr. Sérgio Kimura
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
O Pilates no Esporte
Olá Pessoal...
O Pilates serve apenas para pessoas "normais" ou pode ser aplicado em atletas de alto rendimento?
O Pilates serve apenas para pessoas "normais" ou pode ser aplicado em atletas de alto rendimento?
Como o Pilates é aplicado nos atletas? Para que serve? Faz a diferença?
O Pilates é um método de condicionamento físico e de reabilitação, que pode trazer grandes benefícios aos atletas das diversas modalidades esportivas. E se ele for direcionado para determinada modalidade, é um treinamento funcional, porém bem mais completo.
Além de trabalhar com toda musculatura estabilizadora do tronco, ela trabalha também a respiração, coordenação, equilíbrio, concentração, flexibilidade, alinhamento e consciência corporal, força muscular do corpo como um todo, além de ajudar a reduzir o stress.
Os benefícios do método para os atletas são vários. A prevenção de lesões vem em primeiro lugar, a correção de desequilíbrios musculares, o ganho de força muscular específica em determinados gestos da atividade, o aumento da capacidade respiratória e eficiência do diafragma e consequente aumento da performance também são observados.
Como reabilitação, o método também apresenta excelentes resultados. Um deles é promover a recuperação mais rápida das lesões. Por trabalhar muito a musculatura abdominal, lombar e pélvica, este é muito indicado para dores lombares crônicas, além de várias outras lesões, como
cervicalgia, lesões de ligamento, dor na região entre as escápulas, entorse de tornozelo, estiramentos musculares, dores inespecíficas do joelho, síndrome do trato iliotibial, dentre outras.
Há muitos anos o Pilates vem ajudado atletas tanto na melhora de performance quanto na recuperação de traumas, devido a manutenção de força e flexibilidade no periodo de recuperção da parte lesionada. A melhora de performance acontece devido a melhora da eficiência do movimento.
Um movimento mais eficiênte pela sua mecânica correta tem um desgaste calórico menor fazendo com que o atleta possa manter a mesma performance por um período mais prolongado. Há também um desgaste muscular menor levando a um aumento da potência e da resistência, diminuindo os movimentos compensatórios responsáveis pela maioria das lesões.
Os benefícios do método para os atletas são vários. A prevenção de lesões vem em primeiro lugar, a correção de desequilíbrios musculares, o ganho de força muscular específica em determinados gestos da atividade, o aumento da capacidade respiratória e eficiência do diafragma e consequente aumento da performance também são observados.
Como reabilitação, o método também apresenta excelentes resultados. Um deles é promover a recuperação mais rápida das lesões. Por trabalhar muito a musculatura abdominal, lombar e pélvica, este é muito indicado para dores lombares crônicas, além de várias outras lesões, como
cervicalgia, lesões de ligamento, dor na região entre as escápulas, entorse de tornozelo, estiramentos musculares, dores inespecíficas do joelho, síndrome do trato iliotibial, dentre outras.
Há muitos anos o Pilates vem ajudado atletas tanto na melhora de performance quanto na recuperação de traumas, devido a manutenção de força e flexibilidade no periodo de recuperção da parte lesionada. A melhora de performance acontece devido a melhora da eficiência do movimento.
Um movimento mais eficiênte pela sua mecânica correta tem um desgaste calórico menor fazendo com que o atleta possa manter a mesma performance por um período mais prolongado. Há também um desgaste muscular menor levando a um aumento da potência e da resistência, diminuindo os movimentos compensatórios responsáveis pela maioria das lesões.
Além disso o Pilates vai fortalecer o centro do corpo, o abdomem e os músculos de sustentação da coluna, você retreina o corpo a começar os movimentos pelo centro que estará mais forte e melhor organizado. Tudo isso aliado a melhora da propriocepção e equilibrio junto com a flexibilidade poderão fazer a diferença entre o primeiro e segundo lugar.
Muitos atletas têm usado o Pilates como complemento de seus treinamentos, buscam no treinamento de Pilates o aprimoramento de suas habilidades motoras. Porém, o aspecto mais significativo é o fortalecimento articular proporcionado pela técnica que previne a incidência de lesões articulares comuns aos atletas de alto rendimento.
Outros fatores podem ser trabalhados buscando proporcionar ao atleta um melhor equilíbrio, coordenação e alinhamento postural.
Com isso o atleta adquire uma maior consciência corporal e conseqüentemente um equilíbrio mente/corpo, refletindo diretamente na qualidade dos movimentos executados no esporte.
Abraço a Todos
Fabiano Ogawa,
Fisioterapeuta, formado pela Pontificia Universidade Católica do Paraná com Pós Graduação em Traumatologia, Ortopedia e Desportiva. Fisioterapeuta da Delegação de Curitiba nos Jogos da Juventude do Paraná e da Maratona Internacional de Curitiba, passagem pela academia Chute Boxe, fisioterapeuta do lutador Mauricio Shogun.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Dicas de postura no computador
Digitação
Conforto para os olhos
Quanto menores o brilho e os reflexos na tela do monitor, maior o conforto para os olhos. Se o ajuste nos controles manuais ou o reposicionamento do monitor não corrigir esses efeitos, coloque um toldo de papelão sobre ele. Ou, então, compre uma proteção antiofuscante, também conhecida por protetor de tela.
A posição do monitor é importante para evitar problemas de coluna e de fadiga ocular. Ele deve estar numa distância de aproximadamente 70 centímetros da face do usuário, ao nível dos olhos ou um pouco abaixo deles. Se o gabinete da máquina não permitir esta disposição, coloque alguns livros sob o monitor.
Postura em frente ao micro
Conforto para o corpo
Atenção com a cabeça e o pescoço As dores de coluna estão, muitas vezes, relacionadas com o mau posicionamento da cabeça e do pescoço. Para reduzir as chances de lesões na cabeça e no pescoço, evite torcê-los ou sacudi-los de forma repetitiva. Utilize, também, um suporte de papéis para eliminar movimentos laterais com a cabeça.
Capriche na cadeira Priorize a compra de uma cadeira confortável, ótimo acessório para minimizar o estresse do corpo. Ela deve ter um encosto ajustável (para frente e para trás), que permita uma reclinação de até 30 graus. Prefira encostos altos, pois garantem maior apoio para as costas, diminuindo a tensão localizada. Verifique se a cadeira oferece suporte para a região lombar, descanso de braço com almofadas e uma base com cinco pernas para reduzir o risco de quedas.
Boa Circulação
Digite com os braços formando um ângulo de 90 graus. Isso é importante para garantir a boa circulação sangüínea nos membros superiores.
No Chão Pés cruzados ou apoiados na ponta dos dedos favorecem dores na parte inferior da coluna. Apóie a planta dos pés no chão, permitindo que eles fiquem retos. Se a cadeira for muito alta, coloque livros ou outro tipo de apoio sob os pés. Lembre-se ainda de manter os joelhos flexionados num ângulo de 90 graus.
Parada Obrigatória
Ambiente Agradável
Por mais correta que seja sua postura, a pressão sobre os discos lombares aumenta em até 30% quando você está sentado. A Nasa realizou uma serie de estudos com gravidade zero e descobriu que um corpo em descanso posiciona-se entre o estado de sentar e o de deitar. Como não existe uma fórmula exata, os especialistas aconselham que cada profissional escolha a postura que mais lhe agrade com coerência, é claro. Aliado a isso, eles dizem que sentar de uma maneira segura se resume em levantar-se de vez em quando.
Teclados Ergonômicos
Não se empolgue com a bela aparência desses periféricos. Prefira os modelos com suporte de pulso, que deve ser grosso e almofadado e estar no mesmo nível físico do teclado - nunca abaixo. Cuidado com teclados muito largos, que ocupam muito espaço. Estes fazem com que o mouse tenha que ficar muito de lado, forçando a abertura do membro superior e com consequente sobrecarga deste.
Dores nas mãos, sensibilidade ao toque, adormecimento e formigamento dos dedos são os principais sintomas de lesões por esforço repetitivo, doença crônica que atinge ombros, braços, pulsos e mãos. Nunca ignore os possíveis sintomas. Deixar para lá pode ser muito pior. Previna com a ginástica laboral. procure seu médico para exames, não protele!
A iluminação precisa ser controlada para não se sobrepor à tela ou produzir reflexos indesejados. Dê preferência aos lustres com ajuste manual. Confira se a luminosidade está adequada: olhe para a tela do micro - não pode haver pontos de luz notáveis atrás ou ao redor dela.
Quando você utiliza o mouse, movimenta os músculos mais fortes do ombro e dos braços. Por isso, tenha cautela ao manusear o periférico. Não use força para clicar ou mover o mouse; mantenha o pulso numa posição neutra; altere a postura das mãos durante o trabalho.
Postura Correta
Uma boa postura é a atitude que uma pessoa assume utilizando a menor quantidade de esforço muscular e, ao mesmo tempo, protegendo as estruturas de suporte contra traumas. Os desvios posturais tais como a lordose cervical, cifose dorsal, lordose lombar e escoliose podem levar ao uso incorreto de outras articulações, tais como as dos ombros, braços, articulações temporo-mandibulares, quadris, joelhos e pés. Manter posturas erradas por tempo prolongado pode acarretar alterações posturais ocasionando enrijecimento das articulações vertebrais e encurtamento dos músculos. Esses defeitos estruturais causam alterações das curvaturas normais da coluna vertebral, tornando-a mais vulnerável as tensões mecânicas e traumas.
Postura ao Dormir
Outras dicas
quarta-feira, 16 de março de 2011
Osteopatia: O que é?
Osteopatia é um tratamento surgido nos EUA, cujo criador foi o Dr. Andrew Taylor Still (1828-1917), que apresentou os princípios desta terapia natural.
É um sistema de avaliação e tratamento, com metodologia e filosofia própria, que visa restabelecer a função das estruturas e sistemas corporais, agindo através da intervenção manual sobre os tecidos (articulações, músculos, fáscias, ligamentos, cápsulas, vísceras, tecido nervoso, vascular e linfático).
A osteopatia deve ser desmistificada, pois está baseada na anatomia, na fisiologia e semiologia, não deve ser considerada esotérica e sim cartesiana, não há receitas, mas sim um tratamento que se baseia em exame osteopático.
A validade da osteopatia é tão concreta que é recomendada e incentivada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) como prática de saúde.
Dentro da filosofia osteopática a importância dada aos processos naturais do corpo é enorme e, por esse motivo, grande parte dos conceitos osteopáticos e mesmo seus procedimentos de tratamento são pautados nos mecanismos reguladores do sistema nervoso central e autônomo.
Na Inglaterra, País onde a Osteopatia está mais bem representada e dignificada, os cursos são licenciaturas e os Osteopatas são prestadores de cuidados de saúde primários.
No Brasil a Osteopatia é curso de pós-graduação para fisioterapeutas.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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